Síntese Reunião
Introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo
Controle Universal do ensino dos Espíritos
Se a doutrina espírita fosse de concepção puramente humana, não ofereceria por penhor senão as luzes daqueles que a houvessem concebido... Se os espíritos que a revelaram se houvessem manisfetado a um só homem, nada lhe garantiria a origem... Quis Deus que a nova revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntico. Incumbiu os espíritos de levá-la de um pólo a outro, manifestando-se por toda a parte, sem conferir a ninguém o privilégio de lhes ouvir a palavra.
Abriremos aqui um parêntese, para refletirmos sobre o parágrafo acima, relatando os efeitos físicos descritos na época do séc XIX e banidos na época como herege:
"O Santo Ofício, em agosto de 1856, condenou os fenômenos, tachando de hereges os que os produziam."
Também conhecidos como fenômenos das mesas girantes, foram o começo de um conjunto de efeitos, utilizados na época pela espiritualidade, para chamarem a atenção dos incrédulos e descrentes. Esses efeitos foram se promovendo ao longo dos pontos do globo isoladamente.
Era necessário antes de tudo, promover o desconforto das pessoas sobre o incompreendido. Mesas Girantes: Mesas
Os efeitos físicos apresentados nesse período (cuja razão sobrepujava qualquer explicação) foram importantes para despontar a curiosidade de muitos estudiosos da época. Entra assim em cena, chamando-se da atenção desses efeitos, um estudioso exímio nos campos do magnetismo, seguidor e aluno de Pestalozzi (um dos maiores educadores da época) e de capacidade e inteligência incontestáveis, chamado Hippolyte Leon Denizard Rivail, mais conhecido como Allan Kardec (Allan Kardec)
Ainda hoje, podem existir por aqueles menos compreendidos a confusão da codificação da Doutrina Espírita em relação a sua existência. Os efeitos físicos empregados e revelados na época não surgiram e muitos menos foram criados naquele período.
A existência espiritual existe de todo o sempre... Aí a confusão no ponto que se convergem entre o inicio da DOUTRINA que revela a inteligência por trás desses fenômenos e nosso codificador Allan Kardec. Allan Kardec não criou a Doutrina Espírita. Não é obra "dele" o Pentateuco que se apraz a muitos. Ele foi o instrumento necessário na época (com toda sua análise crítica e de experimentação) responsável por processar a gama de informações que a espiritualidade colocava a disposição, e formular a base da revelação.
São, pois os próprios espíritos que fazem a propagação, com o auxilio dos inúmeros médiuns que, também eles, os Espíritos, vão suscitando de todos os lados. Se tivesse havido um único interprete, por mais favorecido que fosse, o Espiritismo mal seria conhecido. Qualquer que fosse a classe a que pertencesse, tal intérprete houvera sido objeto das prevenções de muita gente e nem todas as nações o teriam aceitado, ao passo que os espíritos se comunicam em todos os pontos da Terra, a todos os povos, a todas as seitas, a todos os partidos, e todos os aceitam.
O Espiritismo não tem nacionalidade e não faz parte de nenhum culto existente; nenhuma classe social o impõe, visto que qualquer pessoa pode receber instruções de seus parentes e amigos do além-túmulo. Cumpre seja assim, para que ele possa conduzir todos os homens à fraternidade. Se não se mantivesse em terreno neutro, alimentaria as dissensões, em vez de apaziguá-las.
Existe maior prova que a espiritualidade vem, através da codificação do espiritismo trabalhar nos campos da globalidade e da união da família terrena?
Introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo
Controle Universal do ensino dos Espíritos
Se a doutrina espírita fosse de concepção puramente humana, não ofereceria por penhor senão as luzes daqueles que a houvessem concebido... Se os espíritos que a revelaram se houvessem manisfetado a um só homem, nada lhe garantiria a origem... Quis Deus que a nova revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntico. Incumbiu os espíritos de levá-la de um pólo a outro, manifestando-se por toda a parte, sem conferir a ninguém o privilégio de lhes ouvir a palavra.
Abriremos aqui um parêntese, para refletirmos sobre o parágrafo acima, relatando os efeitos físicos descritos na época do séc XIX e banidos na época como herege:
"O Santo Ofício, em agosto de 1856, condenou os fenômenos, tachando de hereges os que os produziam."
Também conhecidos como fenômenos das mesas girantes, foram o começo de um conjunto de efeitos, utilizados na época pela espiritualidade, para chamarem a atenção dos incrédulos e descrentes. Esses efeitos foram se promovendo ao longo dos pontos do globo isoladamente.
Era necessário antes de tudo, promover o desconforto das pessoas sobre o incompreendido. Mesas Girantes: Mesas
Os efeitos físicos apresentados nesse período (cuja razão sobrepujava qualquer explicação) foram importantes para despontar a curiosidade de muitos estudiosos da época. Entra assim em cena, chamando-se da atenção desses efeitos, um estudioso exímio nos campos do magnetismo, seguidor e aluno de Pestalozzi (um dos maiores educadores da época) e de capacidade e inteligência incontestáveis, chamado Hippolyte Leon Denizard Rivail, mais conhecido como Allan Kardec (Allan Kardec)
Ainda hoje, podem existir por aqueles menos compreendidos a confusão da codificação da Doutrina Espírita em relação a sua existência. Os efeitos físicos empregados e revelados na época não surgiram e muitos menos foram criados naquele período.
A existência espiritual existe de todo o sempre... Aí a confusão no ponto que se convergem entre o inicio da DOUTRINA que revela a inteligência por trás desses fenômenos e nosso codificador Allan Kardec. Allan Kardec não criou a Doutrina Espírita. Não é obra "dele" o Pentateuco que se apraz a muitos. Ele foi o instrumento necessário na época (com toda sua análise crítica e de experimentação) responsável por processar a gama de informações que a espiritualidade colocava a disposição, e formular a base da revelação.
São, pois os próprios espíritos que fazem a propagação, com o auxilio dos inúmeros médiuns que, também eles, os Espíritos, vão suscitando de todos os lados. Se tivesse havido um único interprete, por mais favorecido que fosse, o Espiritismo mal seria conhecido. Qualquer que fosse a classe a que pertencesse, tal intérprete houvera sido objeto das prevenções de muita gente e nem todas as nações o teriam aceitado, ao passo que os espíritos se comunicam em todos os pontos da Terra, a todos os povos, a todas as seitas, a todos os partidos, e todos os aceitam.
O Espiritismo não tem nacionalidade e não faz parte de nenhum culto existente; nenhuma classe social o impõe, visto que qualquer pessoa pode receber instruções de seus parentes e amigos do além-túmulo. Cumpre seja assim, para que ele possa conduzir todos os homens à fraternidade. Se não se mantivesse em terreno neutro, alimentaria as dissensões, em vez de apaziguá-las.
Existe maior prova que a espiritualidade vem, através da codificação do espiritismo trabalhar nos campos da globalidade e da união da família terrena?
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