Síntese Reunião – As Causas Primárias
Material de Estudo: O livro dos Espíritos – Capitulo I
Deus e o infinito
Provas da Existência de Deus
Atributos da Divindade
Panteísmo
Deus e o infinito – perguntas 1 a 3
O que é DEUS?
Kardec busca o entendimento junto aos espíritos a definição mais próxima do que nossa mente pode compreender, sobre DEUS. No detalhe da pergunta primeira do livro dos espíritos, Kardec pergunta O QUE É, e não QUEM É DEUS, nos levando a meditar como ponto de referencia que DEUS não é uma pessoa, nem é alguém (ou não está alguém). Filosoficamente, ao perguntar O que, Kardec iluminadamente já desassocia DEUS de algo ( ou alguém), visto que não o compreendemos em sua origem.
A forma mais completa que a espiritualidade poderia passar sobre o QUE é DEUS – inteligência suprema do universo e causa primária de todas as coisas. Assim, podemos em uma frase e até onde nossa compreensão pode alcançar, é que DEUS é o início de tudo (causa primária) e a tudo rege (inteligência suprema). Sendo DEUS a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas, tudo que existe no universo (inclusive o próprio universo), é obra dele, pois se não o fosse, existiriam mais de um criador.
O que devemos entender como infinito, e se DEUS é infinito
Infinito é tudo que não teve um começo e não terá um fim. Na pergunta 3, Kardec pergunta se DEUS é infinito. Porém, os espíritos colocam que sendo o infinito uma abstração (ainda não entendida na sua totalidade pela nossa pequena capacidade e restrições de linguagens atuais) dizer que DEUS é infinito é associar o desconhecido por outra que também não é conhecida por nós. Os espíritos completam: “DEUS é infinito em suas perfeições...”
“ Deus é infinito nas suas perfeições, mas o infinito é uma abstração; dizer que DEUS é infinito, é tomar o atributo de uma coisa por ela mesmo, definir uma coisa ainda não conhecida por outra que também não o é.”Provas da Existência de Deus – perguntas 4 a 9
As provas da existência de DEUS estão nas obras da criação. Facilmente encontramos tudo que não é obra direta do homem, é obra de DEUS. Porém não podemos deixar de refletir que mesmo o homem produzindo obras materiais, sua essência é divina, os recursos utilizados na produção às obras são derivadas da criação maior, então tudo é derivado de DEUS.
Através da experimentação lógica, o entendimento é que existe por traz dos sistemas que interagem uma divindade ou inteligência superior que a tudo rege, porque a matéria por si só não tem vida e não pode ter interação própria, pois não possui em sua essência, inteligência, Seria ilógico, tomaríamos a causa pelo efeito.
“A harmonia que regula as forças do universo revela combinações e fins determinados, e por isso mesmo um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso seria uma falta de senso, porque o acaso é cego e não pode produzir efeitos inteligentes. Um acaso inteligente já não seria um acaso (seria uma causa)”
Pode-se perceber uma causa primária, uma inteligência suprema nas obras observadas e realizadas por essa inteligência. Quem criou o universo?...Por mais que os cientistas defendam teses sobre a criação do universo, qual foi à causa inteligente que formulou todas as regras para que tal efeito fosse possível?
Assim, o raciocínio lógico é perceber que existe efeito inteligente, a causa também é. Todo efeito possui uma causa. Qual a correlação da existência do universo com a criação dos mundos, ou mesmo da natureza e dos animais ou mais intimamente, nos mesmos?... Simples: somos todos obras de um mesmo criador.
“Julga-se o poder de uma inteligência pelas suas obras. Como nenhum ser humano pode criar o que a Natureza produz, a causa primária há de estar numa inteligência superior à Humanidade. Sejam quais forem os prodígios realizados pela Inteligência humana, esta inteligência tem também uma causa primária...”Atributos da Divindade – perguntas 10 a 13
Material de Estudo: O livro dos Espíritos – Capitulo I
Deus e o infinito
Provas da Existência de Deus
Atributos da Divindade
Panteísmo
Deus e o infinito – perguntas 1 a 3
O que é DEUS?
Kardec busca o entendimento junto aos espíritos a definição mais próxima do que nossa mente pode compreender, sobre DEUS. No detalhe da pergunta primeira do livro dos espíritos, Kardec pergunta O QUE É, e não QUEM É DEUS, nos levando a meditar como ponto de referencia que DEUS não é uma pessoa, nem é alguém (ou não está alguém). Filosoficamente, ao perguntar O que, Kardec iluminadamente já desassocia DEUS de algo ( ou alguém), visto que não o compreendemos em sua origem.
A forma mais completa que a espiritualidade poderia passar sobre o QUE é DEUS – inteligência suprema do universo e causa primária de todas as coisas. Assim, podemos em uma frase e até onde nossa compreensão pode alcançar, é que DEUS é o início de tudo (causa primária) e a tudo rege (inteligência suprema). Sendo DEUS a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas, tudo que existe no universo (inclusive o próprio universo), é obra dele, pois se não o fosse, existiriam mais de um criador.
O que devemos entender como infinito, e se DEUS é infinito
Infinito é tudo que não teve um começo e não terá um fim. Na pergunta 3, Kardec pergunta se DEUS é infinito. Porém, os espíritos colocam que sendo o infinito uma abstração (ainda não entendida na sua totalidade pela nossa pequena capacidade e restrições de linguagens atuais) dizer que DEUS é infinito é associar o desconhecido por outra que também não é conhecida por nós. Os espíritos completam: “DEUS é infinito em suas perfeições...”
“ Deus é infinito nas suas perfeições, mas o infinito é uma abstração; dizer que DEUS é infinito, é tomar o atributo de uma coisa por ela mesmo, definir uma coisa ainda não conhecida por outra que também não o é.”Provas da Existência de Deus – perguntas 4 a 9
As provas da existência de DEUS estão nas obras da criação. Facilmente encontramos tudo que não é obra direta do homem, é obra de DEUS. Porém não podemos deixar de refletir que mesmo o homem produzindo obras materiais, sua essência é divina, os recursos utilizados na produção às obras são derivadas da criação maior, então tudo é derivado de DEUS.
Através da experimentação lógica, o entendimento é que existe por traz dos sistemas que interagem uma divindade ou inteligência superior que a tudo rege, porque a matéria por si só não tem vida e não pode ter interação própria, pois não possui em sua essência, inteligência, Seria ilógico, tomaríamos a causa pelo efeito.
“A harmonia que regula as forças do universo revela combinações e fins determinados, e por isso mesmo um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso seria uma falta de senso, porque o acaso é cego e não pode produzir efeitos inteligentes. Um acaso inteligente já não seria um acaso (seria uma causa)”
Pode-se perceber uma causa primária, uma inteligência suprema nas obras observadas e realizadas por essa inteligência. Quem criou o universo?...Por mais que os cientistas defendam teses sobre a criação do universo, qual foi à causa inteligente que formulou todas as regras para que tal efeito fosse possível?
Assim, o raciocínio lógico é perceber que existe efeito inteligente, a causa também é. Todo efeito possui uma causa. Qual a correlação da existência do universo com a criação dos mundos, ou mesmo da natureza e dos animais ou mais intimamente, nos mesmos?... Simples: somos todos obras de um mesmo criador.
“Julga-se o poder de uma inteligência pelas suas obras. Como nenhum ser humano pode criar o que a Natureza produz, a causa primária há de estar numa inteligência superior à Humanidade. Sejam quais forem os prodígios realizados pela Inteligência humana, esta inteligência tem também uma causa primária...”Atributos da Divindade – perguntas 10 a 13
“DEUS É ETERNO. Se ele tivesse tido um começo, teria saído do nada, ou então, teria sido criado por um ser anterior. É assim que, pouco a pouco, remontamos ao infinito e à eternidade.
É IMUTÁVEL. Se ele estivesse sujeito a mudanças as leis que regem o Universo, não teriam estabilidade
É IMATERIAL. Quer dizer, sua natureza difere de tudo o que chamamos de matéria, pois de outra forma ELE não seria imutável, estando sujeito as transformações da matéria
É ÚNICO. Se houvesse muitos Deuses, não haveria unidade de vistas nem de poder na organização do Universo.
É TODO PODEROSO. Porque é único. Se não tivesse o poder soberano, haveria alguma coisa mais poderosa ou tão poderosa quanto Ele, que assim não teria feito todas as coisas. E aquelas que ele não tivesse feito seriam obra de um outro DEUS.
É SOBERANAMENTE JUSTO E BOM. A sabedoria providencial das leis divinas se revela na menores como nas maiores coisas, e esta sabedoria não nos permite duvidar da sua justiça nem da sua bondade
É IMUTÁVEL. Se ele estivesse sujeito a mudanças as leis que regem o Universo, não teriam estabilidade
É IMATERIAL. Quer dizer, sua natureza difere de tudo o que chamamos de matéria, pois de outra forma ELE não seria imutável, estando sujeito as transformações da matéria
É ÚNICO. Se houvesse muitos Deuses, não haveria unidade de vistas nem de poder na organização do Universo.
É TODO PODEROSO. Porque é único. Se não tivesse o poder soberano, haveria alguma coisa mais poderosa ou tão poderosa quanto Ele, que assim não teria feito todas as coisas. E aquelas que ele não tivesse feito seriam obra de um outro DEUS.
É SOBERANAMENTE JUSTO E BOM. A sabedoria providencial das leis divinas se revela na menores como nas maiores coisas, e esta sabedoria não nos permite duvidar da sua justiça nem da sua bondade
Panteísmo – perguntas 14 a 16
Deduzir que DEUS é parte de um todo resultante de todas as forças e inteligências, é atribuir a ELE o efeito e não a causa. É o mesmo que dizer que uma maquina produzida por um homem, é parte de seu criador. Panteismo e Doutrina
Assim como dizem os espíritos: “Deus existe, não podeis duvidar, e isso é o essencial... A inteligência de DEUS se revela nas suas obras, como a de um pintor no seu quadro; mas as obras de DEUS não são o próprio DEUS, como o quadro não é o pintor que o concebeu e o executou”
Pensar que todos as partes existentes seriam partes da Divindade que o constituíram é alimentar ao homem o orgulho que lhe cabe, pois não aceitando uma distinção maior sendo essa a causa primária, ele quer pelo menos se sentir parte dessa causa primária. Panteismo
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